Tratar a depresso atravs do Reiki

Tratamento do Ser Emocional

Chakras e a Depressão:

- Básico

- Tanden

- Plexo Solar

Caso de Estudo

- Dia 1

- Dia 2

- Dia 3

- Dia 4

- Dia 5

- Dias 6-21

Conclusão

(Tratamento do Ser Emocional)


Os mestres de Reiki acreditam que o pensamento é uma energia que vibra a uma frequência muito alta, enquanto que o corpo humano é uma energia que vibra a uma frequência mais baixa. As vibrações produzem acções e as acções produzem reacções. Comparando de um modo grosseiro, como a frequência ondulatória na superfície da água após a queda de uma pedra!
Os pensamentos positivos, são reconhecidos universalmente, como energias condutoras para a saúde, por outro lado, os pensamentos negativos estão associados às energias que produzem a doença ou a falta de saúde. A doença mental normalmente manifesta-se como depressão, psicose depressiva, mania ou esquizofrenia uniforme.
O Reiki lida com a depressão como a energia negativa. A energia
negativa manifesta-se ao nível da aura desequilibrando os Chakras ou centros de energia que se apresentam ao terapeuta de Reiki como pontos cinzentos ou pretos na aura. O desequilíbrio dos centros da energia causa reacções ao nível físico uma vez que esses centros de energia governam a saúde ou a doença dos órgãos e das glândulas endócrinas do nosso organismo.

O sistema de Chakras e a Depressão


Chakras

Os Chakras que ficam normalmente obstruídos numa pessoa que esteja deprimida são os chakra mais baixos – O Básico ou da raiz, o Tanden e estende-se até ao chakra do Plexo Solar.

O Chakra Básico (da Raiz)

O Chakra Básico estabelece a ligação da pessoa à Terra, ancorando-a. Representa a parte física e está associada com a coluna vertebral, os ossos, os dentes, as unhas, o ânus, o recto, o cólon, a glândula da próstata, o sangue e a regeneração das células.

As glândulas suprarenais, que produzem a adrenalina e influenciam a temperatura de corpo, são governadas pela condição do Chakra da Raiz. A pessoa cujo Chakra da Raiz esteja desequilibrado, não poderá aceitar a vida ou apreciar a existência física.

A energia criativa de tal pessoa é baixa e os cuidados com a aparência não são considerados como necessários. A pessoa terá uma tendência para procurar o exagero sensitivo, tais como irritar-se com facilidade, álcool, sexo, etc. Ou tornam-se egoístas, “viradas para dentro”. Fisicamente, a pessoa aumenta de peso e sofre de prisão de ventre. Quando desafiada, a pessoa torna-se irritável, agressiva, “virada do avesso”, violenta e demonstra uma completa falta de confiança.

Se o Chakra ficar completamente obstruído, a pessoa sentirá falta de vigor físico e emocional e estará preenchida com sentimentos de incerteza e insegurança.

O Tanden (Chakra Naval)

O Tanden é o centro criativo e reprodutivo do Ser. Está associado à cintura pélvica, aos rins, a bexiga e todos os líquidos tais como o sangue, a linfa, os sucos gástricos e o regulamento do ciclo menstrual das fêmeas.

As glândulas associadas a este chakra são a próstata, as gónadas, os ovários e os testículos.

Se este centro de energia estiver activo e livre de bloqueios, a pessoa exibe a sua liberdade de expressão e a vida parece interessante. Os relacionamentos interpessoais são considerados interessantes.

Um chakra desarmonioso induz a pessoa a não ligar às mensagens sensuais e mostrar a sua baixa auto-estima, a paralisia emocional e a falta de apetite sexual. A vida parece não ter sentido e as tendências suicidas podem começar a manifestar-se.

O Chakra do Plexo Solar

O Chakra do Plexo Solar é o centro do poder. Um Chakra harmonioso dá à pessoa um sentimento de que tem o poder de dar forma às coisas. Está associado com a parte traseira mais baixa, o abdómen, o sistema digestivo, o estômago, o fígado, o baço, a vesícula biliar e o sistema nervoso automático.

O órgão que é governado por este Chakra é o Pâncreas. O corpo absorve a energia solar através deste chakra, nutrindo o corpo etérico e carrega de energia e mantém o corpo físico.

A energia emocional é governada também por este Chakra. Os traços de personalidade e as identidades sociais são determinados por ele. Dado que fica situado entre os chakras mais baixos e os mais elevados, tem a função adicional de purificar os instintos básicos orientando a energia criativa para os valores mais elevados da vida.

Também está ligado ao corpo astral e ajuda-nos a integrar harmoniosamente os nossos sentimentos, desejos e experiências. Um bloqueio do Chakra do Plexo Solar, priva o indivíduo dos prazeres da vida. A pessoa sente-se triste, desequilibrada e melancólica. As vibrações negativas afectam directamente o indivíduo através deste Chakra.

A pessoa fica agitada e tenta manipular tudo de acordo com o seu próprio desejo. Há um sentimento persistente de inadequação, que os dirige a uma actividade incessante. A pessoa sente-se ameaçada facilmente, sente-se deprimida e desanimada. Normalmente afirma e insiste que estes obstáculos a impedem de realizar os objectivos da sua vida.

Torna-se claro que os sintomas de uma pessoa que sofre de depressão são tanto físicos, quanto emocionais e psicológicos.

Um bloqueio existirá no Chakra Básico, no Tanden e no Chakra do Plexo Solar. As energias criativas da pessoa estarão num nível muito baixo e a pessoa evitará as situações onde terá de se expor ou mostrar os seus sentimentos perante as outras pessoas.

O indivíduo torna-se comodista, egoísta, introspectivo, sofre de um grande número doenças relacionadas com o estômago e tem uma tendência para engordar.

Demonstrará uma falta de vigor físico e será melancólico, irritável, agressivo e defensivo. Não terá nenhum interesse na vida e recusa-se em se socializar. Em casos extremos tentará, o suicídio.

Caso de Estudo:
Por questões de privacidade é omitido o verdadeiro nome da pessoa em questão. No entanto, a informação a passar não fica diminuída por esse facto.

A Senhora M, uma mulher obesa (pesava cerca de 180 Kg), durante os últimos 10 anos, não pisou o chão fora da sua porta de casa. Convenceu-se de que não poderia andar sem sustentação e que cairia se tentasse. Por isso, usava uma bengala para se apoiar nas deslocações dentro de casa.

Passava os dias inteiros em casa, sozinha e recusava-se a falar com visitantes. Sentiu uma necessidade compulsiva de comer e começou a cozinhar e a consumir quantidades enormes de frango, ovos e carnes, várias vezes ao dia. Tinha tentado drogas anti-depressivas e outros métodos de tratamento que incluíram Homeopatia, acupressura, acupunctura e de qualquer coisa que lhe fossem recomendados pela sua irmã e cunhado.

Convenceu-se de que nascera sem sorte, tornando-se infeliz e que nunca voltaria a ser normal, outra vez.

Começava um tratamento novo com o entusiasmo morno, mas logo deslizava para a letargia e recusava levar o tratamento até ao fim.

Quando a Senhora M foi apresentada ao Reiki, tinha-se convencido que não tinha muito tempo para viver e tinha dito à sua irmã para não se surpreender se um dia a encontrasse morta. A sua irmã ficou deveras assustada e apressou-se a procurar ajuda numa clínica de Reiki.

Dia 1:

Dado que a paciente não viria à clínica, decidi-me visitá-la em sua casa. Estava claro, pela postura da Senhora M que estava a sofrer de uma depressão aguda. Encontrei-a sentada num sofá, com os seus pés assentes num pequeno banco. O seu corpo estava sem energia, a sua cabeça inclinada e os ombros caídos. Os seus braços inanimados estavam colocados ao lado do corpo.

Pareceu-me perdida para o mundo e nem sequer olhou para cima quando nós entramos no quarto. Levantou meramente os olhos para nos olhar, sem qualquer entusiasmo no momento em que lhe dirigimos a palavra.

Uma pesquisa sobre a sua aura (aura scan), revelou que o seu Chakra da Raiz e o Tanden estavam completamente obstruídos e o seu Chakra do Plexo Solar estava parcialmente obstruído.

Com muita insistência da sua irmã e minha também, levantou-se muito a custo e foi-se deitar-se na sua cama. Reparei que usou a bengala mesmo que pudesse perfeitamente andar sem ela. Pareceu-me que a usava, mais psicologicamente, como meio de suporte e de sustentação.

Coloquei-me em sintonia com a energia Reiki e comecei o tratamento. Ela continuou a olhar para o tecto de uma forma abstracta, vazia. Após algum tempo, começou a prestar um pouco mais de atenção. Os seus músculos contraíram-se e levantou a sua cabeça para ver o que nós estamos a fazer.

Chamou a sua irmã para mais próximo e perguntou-lhe se eu estava a usar alguns produtos químicos dado que sentia algum calor nos locais onde as minhas mãos paravam um pouco mais de tempo. Quando lhe asseguramos que não estávamos a usar nenhum produto químico, voltou uma vez mais para o seu estado de indiferença total.

Passados alguns momentos, lentamente e visivelmente começou a relaxar. Caiu num sono profundo e começou a ressonar. Quando o tratamento terminou, deixámos que continuasse o seu sono.

Dia 2:

A Senhora M estava à minha esperava. Olhou para nós de uma forma relaxada e calma. Ao perguntar-lhe como tinha passado respondeu, “eu dormi profundamente e sem sonhos, pela primeira vez. Eu sinto-me muito bem!”. Foi então bem disposta deitar-se na sua cama.

Após conversar com ela por algum tempo sobre uma variedade dos tópicos, não obtive resposta, então comecei o tratamento. Enquanto aplicava Reiki, continuei a falar com a Senhora M, ao que ela respondia apenas com monossílabos às perguntas que lhe dirigi. Ao fim de cerca de uma hora de tratamento, comentou “que sensação agradável!”.

Dia 3:

A Sra. M estava pronta e à minha espera. Sentia-se em baixo e estava ansiosa para começar o tratamento. Começou a falar sobre o tempo enquanto mantinha um olhar sobre mim. Quando concordei que realmente estava quente, começou a dizer-me como o calor a afectava e como não poderia comer tanto como o fazia até aqui. Eu concordei e disse-lhe algumas palavras para incentivá-la. Pareceu-me ter-se sentido mais tranquila e gradualmente foi falando mais sobre ela, como se estivesse a sentir essa necessidade, de deitar cá para fora o que lhe ia na alma. Ocasionalmente, colocava uma questão.

Disse que tinha odiado Deus desde o dia em que lhe levou o seu marido e nunca mais tinha ido à igreja, nem sequer rezava há muito tempo. Sempre foi muito religiosa e sentiu-se culpada por o seu Deus a ter abandonado, assim, ela odiou-o e não quis rezar-lhe mais. Começou então a chorar e a falar num tom mais agressivo para o seu Deus e a exclamar que Ele não a devia ter abandonado!

Esta explosão emocional durou quase uma hora, durante a qual eu continuei o tratamento. Finalmente, esgotada pelas emoções e relaxada pelo Reiki, a Senhora M adormeceu.

Dia 4:

A Senhora M esperava-me com um ar um pouco acanhado e tímido. Cumprimentou-me exclamando “desculpe-me, eu ontem estava muito pesarosa”. Eu garanti-lhe que estava tudo bem, que não se devia preocupar demasiado com as suas emoções e que eu não estava ali para julgar acerca de nada que ela me contasse.

Então, ela perguntou-me um pouco desconfiada “você pensa que este seu tratamento me está a deixar desequilibrada?”. Esta era uma pergunta complicada de responder neste estágio do tratamento. Intuitivamente, senti que seria melhor explicar que o Reiki mergulha profundamente na nossa mente e agita os bloqueios emocionais para os poder dissolver e libertar. Eu expliquei-lhe, também, que o que experimentava era a libertação desses bloqueios emocionais e não precisava ficar alarmada com isso. Isso, ajudá-la-ia a sair do seu estado letárgico e sentir-se-ia mais entusiasmada e preparada para a vida.

A Senhora M ficou silenciosa por algum tempo e depois disse-me então que estava contente por eu ter sido honesto e sincero com ela. Pediu somente para manter confidencial tudo o que me tinha contado. Eu concordei e ela disse-me que queria levar para a frente este tratamento.

Enquanto ia mudando as várias posições das mãos, começou a fazer-me diversas perguntas sobre o que era o Reiki. Eu falei-lhe sobre os centros de energia do nosso corpo e como os desequilíbrios na energia causaram a doença. Expressou a vontade e mostrou-se ansiosa para aprender Reiki. Eu disse-lhe que se poderia arranjar isso facilmente.

Começou então a falar-me sobre o seu marido e o homem maravilhoso que tinha sido e como o Cancro tinha comido o seu interior sem sequer suspeitarem de nada. Descreveu o choque que experimentaram quando a doença foi diagnosticada num estágio terminal. Detalhou o trauma da espera pela morte que os iria separar.
Reviveu a dor que tinha sentido quando foi ao hospital pela última vez e de não poder estar com ele durante os seus últimos minutos de vida, porque estava em repouso na cama com uma fractura. Sentiu que o deixou ir abaixo e sentiu-se culpada por continuar a viver enquanto ele tinha morrido de uma forma tão agonizante. Soluçando, foi-se acalmando até que caiu adormecida, esgotada pelas suas emoções.

Dia 5:

Encontrei a Senhora M num estado muito ansioso, quando entrei no seu quarto. Dirigiu-me imediatamente a seguinte pergunta “pensa que Deus é cruel?”. Eu respondi, cautelosamente, “não”. Perguntou então, “pensa que devo começar a rezar-lhe? Você pensa que ele ouvirá as minhas preces, agora? Eu abusei imenso!”. Eu estava impressionado e disse-lhe, “sim, acho que deve rezar-Lhe. Deus tem sempre a capacidade de perdoar e Sentir-se-á feliz por dar as boas-vindas aos seus filhos, por mais ofensivos que eles tenham sido!”

Ficou satisfeita com a minha resposta e mostrou-se pronta para o tratamento. Enquanto fui trabalhando as posições das mãos, continuou dizendo o quanto amou Deus e como tinha falhado nas suas conversações com Ele. Disse-me então que está convencida que o seu marido a espera no Céu e que se juntaria com ele quando Deus entendesse que chegara o momento.

Entretanto, teve muito para fazer. Tinha escrito ao seu filho e tinha-lhe pedido que voltasse para casa, para a sua companhia e estava na expectativa da hora da chegada dele. Começou então a agradecer-me pelo tratamento maravilhoso que eu lhe dava e estava convencida que Deus me tinha enviado para a ajudar quando se sentia mais deprimida.

Dias 6-21:

Tornou-se uma paciente muito entusiástica e cooperativa. Largou gradualmente a sua bengala, melhorou a sua postura e começou a controlar a suas refeições com determinação.

Consentiu mesmo em sair da sua casa e dar pequenos passeios com a sua irmã.

Um mês mais tarde, frequentou um curso de Reiki e visitou mesmo algumas lojas para escolher alguma roupa para ela.

Convidou-me para uma festa que preparou para comemorar o retorno do seu filho. (O filho tinha deixado o seu trabalho para poder estar mais próximo da sua mãe). Estava radiante de energia e extremamente entusiasmada com a vida.     

Uma pesquisa rápida aos seus Chakras, revelaram que os níveis de energia estavam normais e os pontos escuros na sua aura ao nível do Chakra da Raiz e no Tanden tinham desaparecido. O Chakra do Plexo solar estava também aberto.

Conclusão:

Como é evidente no estudo de caso acima, o Reiki traz as melhoras de uma forma quase imediata e muda de uma forma rápida a condição de vida das pessoas que sofrem de depressão. É também evidente, a partir das testemunhas incontáveis, que as pessoas que saíram de depressão através do Reiki não tiveram um retorno a esse estado clínico.

Muitos hospitais, por este mundo fora, estão a recomendar o Reiki como um sistema paralelo para o tratamento de pessoas que sofrem de depressão. A eficiência e o impacto do Reiki são melhor compreendidos, quando são pessoalmente experimentados.

Baseado num texto do Mestre Peter Tremayne

 

O REIKI, pode ser traduzido do Japonês como "Energia Vital do Universo" ou "Força Vital do Universo", é uma arte de canalizar energia vital, redescoberta no Séc. Passado, no Japão, por Mikao USui.